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Santa Rita de Cássia

  • Festa litúrgica: 22 de maio
  • Padroeiro (a): Das causas impossíveis, dos doentes, das viúvas, das mães e esposas que sofrem violência dos maridos e dos sertões.
Santa Rita de Cássia nasceu em 1381, morreu em 22 de maio de 1457 e foi canonizada em 24 de maio de 1900. Desde criança, sempre quis viver a serviço de Deus. Casou-se com um homem violento, mas conseguiu convertê-lo por meio de suas orações e de seu empenho. Apesar disso, a reputação de seu marido ainda sobrevivia, o que acabou causando seu assassinato. Os dois filhos do casal juraram vingança, mas morreram de uma doença grave antes que pudessem fazê-lo. No leito de morte, perdoaram os assassinos, o que interrompeu um círculo vicioso de violência. Sozinha, Santa Rita tenta entrar para o convento das irmãs Agostinianas, mas elas só aceitavam mulheres solteiras. Uma noite, Santa Rita foi agraciada com a visão de Santo Agostinho, São Nicolau e São João Batista, que pediram que ela os seguisse pela cidade. Em um dado momento, Rita sentiu um leve empurrão e caiu em êxtase. Quando voltou a si, encontrava-se dentro do mosteiro, cujas portas estavam trancadas. Ao verem a cena, as freiras a aceitaram e lá ela viveu por quarenta anos, principalmente cuidando de irmãs doentes e aconselhando pecadores. Durante sua vida, Santa Rita realizou diversos milagres. Carregou, por catorze anos, o estigma da coroa de Cristo na testa. No dia de sua morte, uma freira viu a alma de Rita subir aos céus escoltada por anjos, os sinos da igreja tocaram sozinhos, um perfume suave se espalhou pelo mosteiro e uma luz, que se parecia com o sol, brilhou em seu quarto. Seu corpo, venerado no santuário de Cascia, permanece incorrupto até hoje.
Em sua imagem, o hábito simboliza sua vida religiosa; o crucifixo é seu amor por Jesus; a coroa de espinhos se refere à sua meditação sobre Cristo, durante a qual recebeu uma de suas chagas; o sinal em sua testa corresponde ao estigma que recebeu e ao compartilhamento do sofrimento de Jesus; e as rosas são um símbolo da roseira que ela plantou no convento e que continua a florir no inverno até hoje.
Ó poderosa Santa Rita, chamada Santa dos Impossíveis, advogada dos casos desesperados, auxiliar na hora extrema, refúgio na dor e salvação para os que se acham nos abismos do pecado e do desespero, com toda a confiança no vosso celeste patrocínio, a vós recorro no difícil e imprevisto caso que dolorosamente me aflige o coração.

Dizei-me, Santa Rita, não me quereis auxiliar e consolar? Afastareis vosso olhar piedoso do meu pobre coração angustiado? Vós bem sabeis, conheceis o martírio do coração. Pelos sofrimentos atrozes que padecestes, pelas lágrimas amargosíssimas que santamente chorastes, vinde em meu auxílio! Falai, rogai, intercedei por mim que não ouso fazê-lo ao Coração de Deus, Pai de misericórdia e fonte de toda a consolação, e obtende-me a graça que desejo. (Menciona-se a graça desejada). Apresentada por vós, que sois tão cara ao Senhor, a minha prece será aceita e atendida certamente; valer-me-ei desse favor para melhorar a minha vida e os meus hábitos, e para exaltar na terra e no céu as misericórdias divinas.
Amém.”

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