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Santo Antônio

  • Festa litúrgica: 13 de junho
  • Padroeiro (a): Secundário de Portugal e principal de Lisboa e de Pádua, entre outras, além de padroeiro dos amputados, dos animais, dos estéreis, dos barqueiros, dos idosos, das grávidas, dos pescadores, dos agricultores, dos viajantes e dos marinheiros, dos cavalos e dos burros, dos pobres e dos oprimidos e intercede pelas pessoas que desejam encontrar coisas perdidas, conceber filhos, evitar naufrágios e conseguir casamento.
Santo António de Lisboa, também conhecido como Santo António de Pádua, nasceu em 15 de agosto de 1195, morreu em 13 de junho de 1231 e foi canonizado em 30 de maio de 1232. Iniciou seus estudos no Mosteiro de Vicente de Fora, como noviço, mas transferiu-se para o Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra para se aperfeiçoar sem distrações mundanas, porque era muito visitado por parentes e amigos. Saiu em peregrinação para converter os mouros em Marrocos e, em 1221, encontrou-se com São Francisco de Assis. Como era muito erudito, dedicou-se à pregação e envolveu-se em questões políticas para o auxílio dos necessitados. Morreu jovem, de hidropisia, e seu corpo encontra sepultado, desde 1263, na Basílica de Santo Antônio de Pádua. Há muitos relatos de milagres durante sua vida, mas, no Brasil, ele é mais conhecido como o santo casamenteiro. Como os sermões de Santo Antônio nada dizem a respeito do casamento, a explicação de sua fama se baseia nas anedotas que foram sendo espalhadas por seus devotos ao longo dos séculos, como a da moça que passou a rezar fervorosamente para que o santo lhe arrumasse um marido. Sua fé era imensa, mas o tempo se passou e nada aconteceu. Um dia, tomada de desgosto, resolveu jogar Santo Antônio pela janela e, ao fazê-lo, acertou a cabeça de um rapaz que passava e que acabou lhe pedindo em casamento. Segundo a tradição, os devotos de Santo Antônio normalmente o castigam para conseguir alguma graça, seja escondendo o Menino Jesus, pendurando-o de cabeça para baixo ou qualquer outra recomendação contida das simpatias.
Na imagem, o hábito indica que o santo era da Ordem Franciscana e sua consagração a Deus; o livro em suas mãos representa o Evangelho e seu conhecimento das escrituras; o menino Jesus em seu colo é a intimidade e a devoção que ele tinha por Cristo, que era anunciado em suas pregações e sermões; o lírio corresponde à castidade, à pureza e ao verão, época em que ele morreu; a tonsura, ou seja, a forma como seu cabelo está cortado, é uma indicação de seu voto de castidade; o pão é um símbolo de seu trabalho com os pobres; o terço, além de ser parte do hábito de sua ordem, também demonstra sua devoção a Virgem Maria; e o cordão ao redor de sua cintura, que também é parte do hábito de sua ordem, e é usado para se referir aos votos de castidade, obediência e pobreza.
“Meu grande amigo Santo Antônio, tu que és o protetor dos namorados, olha para mim, para a minha vida, para os meus anseios. Defende-me dos perigos, afasta de mim os fracassos, as desilusões, os desencantos. Faz que eu seja realista, confiante, digna(a) e alegre. Que eu encontre um(a) namorado(a) que me agrade, seja trabalhador, virtuoso e responsável. Que eu saiba caminhar para o futuro e para a vida a dois com as disposições de quem recebeu de Deus uma vocação sagrada e um dever social. Que meu namoro seja feliz e meu amor sem medidas. Que todos os namorados busquem a mútua compreensão, a comunhão de vida e o crescimento na fé. Assim seja”

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