São Benedito

  • Festa litúrgica: 5 de outubro
  • Padroeiro (a): Dos negros, dos cozinheiros e dos africanos.
São Benedito, o Negro, também conhecido como São Benedito, o Mouro, São Benedito, o Africano, e São Benedito de Palermo, nasceu em 31 de março de 1524, morreu em 4 de abril de 1589 e foi canonizado em 24 de maio de 1807. Desde jovem, Benedito já sabia de sua vocação e havia decidido se dedicar a Deus. Aos 21 anos, entrou para a Ordem de São Francisco de Assis, onde fez votos de castidade, obediência e pobreza. Depois de 17 anos, foi transferido para o Convento dos Capuchinhos, onde ocuparia o cargo de cozinheiro. Sempre efetuou suas tarefas com muita alegria e fervor, tanto que os documentos teológicos dizem que alguns de seus milagres aconteceram em sua cozinha. Algum tempo depois, apesar de analfabeto e leigo, ou seja, não havia feito votos, foi eleito Superior do Mosteiro por sua santidade e sabedoria. Depois desse período, voltou às funções de cozinheiro até sua morte. Seu corpo, incorrupto, foi transferido para uma urna de cristal na Igreja de Santa Maria, em Palermo, Itália, onde permanece até hoje.
No Brasil, a devoção por ele se espalhou rapidamente durante a época da escravidão, pois São Benedito tinha origens africanas. Hoje em dia, continua sendo um dos santos mais populares no país.
Em sua imagem, a tonsura, ou corte de cabelo, significa sua castidade; o hábito marrom é uma indicação da sua dedicação à Ordem dos Franciscanos e de sua humildade e simplicidade; o menino Jesus se refere às suas experiências místicas, em que era visto com o menino no colo, e à presença de Deus em sua vida; e o terço simboliza sua devoção a Nossa Senhora.
Glorioso São Benedito, grande confessor da fé, com toda a confiança venho implorar a vossa valiosa proteção. Vós, a quem Deus enriqueceu com os dons celestes, impetrai-me as graças que ardentemente desejo, para maior gloria de Deus. Confortai o meu coração nos desalentos.

Fortificai a minha vontade para cumprir bem os meus deveres. Vinde orientar-me nas horas decisivas da vida. Dai-me confiança nos desânimos e sofrimentos. Sede o meu companheiro nas horas de solidão e desconforto.
Assisti-me e guiai-me na vida e na hora da minha morte, para que eu possa bendizer a Deus neste mundo e gozá-lo na eternidade com Jesus Cristo, a quem tanto amastes.
Amém.

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